Deixa eu te contar...
a história de um trabalhador que durante sua rotina de trabalho, começou a ter picos de pressão alta, 16, 18, 17, etc. Este trabalhador começou a ser monitorado pelo serviço de Saúde e Segurança do trabalho (SESMT), sendo convocado todos os dias a medir sua PA (pressão arterial), de manhã e a tarde.
Para surpresa de todos o quadro não melhorou, e o trabalhador confessou que já havia tido pressão alta, mas não estava em tratamento atualmente. Diante disso, uma consulta de emergência foi marcada com o especialista. No entanto, pela demora que é para conseguir um horário e pela gravidade do caso, infelizmente o trabalhador teve um princípio de derrame. Como consequência um lado do seu rosto ficou paralisado.
Buscou o atendimento de emergência, mas nada podiam fazer, a não ser medicalizar a doença que aflorou rapidamente na vida deste trabalhador. As consequências foram, face paralisada, afastamento do trabalho, e incertezas. Logo vieram as consequências no lar, falta de apoio por parte da familia, conflitos familiares, brigas constantes e separação.
Daí em diante, nosso trabalhador que já estava acometido de um derrame e face paralisada, passou a ter sintomas de depressão "noites e noites sem dormir, desesperança, humor triste, preocupações, baixa energia". Neste momento, foi orientado a buscar um psicólogo, e o psicólogo o encaminhou para um psiquiatra, e ele teve que se deslocar para vários médicos.
Já passaram 15 dias e ele não recebeu mais pela empresa, agora é com o INSS, que nem data tem prevista para conceder o benefício de auxílio por incapacidade temporária.
E nosso trabalhador, foi em todos os médicos, fez todos os exames, está tudo bem fisiológicamente. Mas, a DEPRESSÃO não cessa, ele não dorme, e quando dorme são poucas horas. o remédio não faz mais efeito. Quando consegue durmir e vir trabalhar, desenvolveu sintomas de pânico, tremor no corpo, calafrios, pertubação mental.
Pediu ajuda à Psicóloga da empresa, que não consegue fazer muita coisa, apenas acolher, escutar e orientar. Pois esse trabalhador, tem resistência a realizar tarefas para melhorar sua qualidade de vida, como fazer atividades físicas após o trabalho, ter um momento de lazer e cuidar da sua alimentação.
Os dias vão passando e nosso trabalhador segue seu tratamento psicoterápico e medicamentoso, na esperança de ter sua vida de volta, que o adoecimento tirou.
Cuide da sua saúde mental, tenha momentos em família, faça atividade física, se fortaleça para os dias maus.
Agende sua consulta.

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